Emagreça de Forma Definitiva em apenas 6 semanas.
Perca a Barriga com 21 minutos por Dia
Clique Aqui e veja o Vídeo Gratuíto

O Que Fazer para NÃO Falhar na Hora H

Sem dúvida o grande temor dos homens é falhar na hora H! E realmente será uma situação extremamente desagradável se isso acontecer. Certamente ela comentará com as amigas depois, não tenha dúvidas sobre isso.

É a vida amigo!

A forma de evitar que isso aconteça é bem fácil: Pare de se Masturbar! Isso mesmo! Esqueça filmes, sites de internet, tudo!

Evite a masturbação alguns dias antes de sair com alguém. Procure pensar somente na grande noite que você terá! Preserve a sua energia por alguns dias e você verá o poder que existe dentro de você.

Clique Aqui e descubra alguns segredos que não querem que você saiba sobre as mulheres.

Read More

Disfunção erétil afeta 45,1% dos homens brasileiros

O estudo da vida sexual do brasileiro – EVSB teve início em 2002 e entrevistou 7.013 pessoas, provenientes de 13 estados brasileiros, maiores de 18 anos, sendo que 54,6% destes entrevistados eram homens e 45,4%  mulheres.
 

O estudo era composto por um questionário de 87 perguntas de múltipla escolha, e foi coordenado pela médica psiquiatra  Carmita Abdo, do Instituto de Psiquiatria do Hospital de Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo – USP. Os critérios de inclusão no estudo foram: ser adulto, com capacidade de entendimento das perguntas e disponibilidade em respondê-las, garantidas a privacidade e o anonimato das respostas. O EVSB foi concluído no ano de 2003.
 
A disfunção erétil – DE, é definida como uma dificuldade, ou incapacidade (persistente), de se obter e/ou manter  ereção suficiente para uma vida sexual satisfatória. O estudo apresentou os resultados descritos nos quadros a seguir.
 
EREÇÕES SATISFATÓRIAS, PRÓPRIAS OU DE PARCEIROS.
Homens *
Mulheres *
Sempre ou quase sempre
66,5 %
68,5 %
Mais da metade das vezes
14,1 %
11,1 %
Cerca de metade das vezes
4,2 %
5,0 %
Algumas vezes
8,7 %
8,1 %
Quase nunca
5,9 %
6,0 %
Ausência de ereções
0,5 %
1,3 %
* Índices coincidentes (homens x mulheres) conferem credibilidade às respostas.

 
CAPACIDADE DOS HOMENS EM OBTER E/OU MANTER EREÇÕES.
Presente
54,9 %
Dificuldade mínima
31,2 %
Dificuldade moderada
12,2 %
Ausente
1,7 %

 
INTERFERÊNCIA DA IDADE NA CAPACIDADE DE EREÇÃO – 2.832 entrevistados.
Presença de Disfunção Erétil
Mínima
Moderada
Completa
Até os 40 anos
32,0 %
10,0 %
1,1 %
Entre 40 e 49 anos
29,0 %
9,6 %
1,3 %
Entre 50 e 59 anos
30,6 %
15,4 %
1,6 %
Entre 60 e 69 anos
33,7 %
23,3 %
6,7 %
Acima dos 70 anos
21,1 %
35,1 %
12,3 %

 
 Fonte: Estudo da Vida Sexual do Brasileiro – ESVB.
 
Texto revisado por Paulo Daher.

Fonte: Quero Viver Vem (http://www.qvb.com.br)

Read More

Gestantes adolescentes: a grande maioria desconhece o funcionamento do aparelho reprodutor feminino

Um estudo avaliou o conhecimento de adolescentes gestantes, sobre o aparelho genital feminino, e, também, sobre como ocorre o processo da reprodução humana. Ele  incluiu 200 adolescentes primigestas ( na primeira gravidez), durante consulta pré-natal no Ambulatório da Mulher de Indaiatuba, São Paulo.
 

Foram feitas entrevistas, com questionário estruturado e um modelo feminino tridimensional, confeccionado artesanalmente – uma boneca com todos os órgãos genitais e o aparelho reprodutor feminino -, objetivando a coleta dos dados.
 
Os autores do estudo concluíram que a maioria das adolescentes gestantes não tinha  conhecimento satisfatório sobre anatomia (55,5% da amostra) dos órgãos externos (genitais), ainda assim, sendo identificados com maior facilidade e melhor localizados do que os internos (como útero, trompas e ovários).
 
A função isolada de cada órgão e os aspectos fisiológicos da reprodução, não eram conhecidos satisfatoriamente pelas adolescentes gestantes em 61% e 75,4% dos casos, respectivamente.
 
Algumas associações significativas foram estabelecidas entre o conhecimento e a idade dos parceiros, diferença de idade do casal, manutenção do vínculo após ocorrência da gravidez, filiação religiosa e a escolaridade. Não houve associação entre os indicadores de conhecimento estudados, com a utilização de método anticoncepcional na primeira relação sexual e a intenção de ter um filho naquele momento.
 
Este estudo faz emergir a complexidade da relação entre o conhecimento sobre anatomia e a função reprodutiva, e a temática da gravidez na adolescência, evidenciando a necessidade de abordagens educacionais mais efetivas, como os programas de educação sexual, visando à redução da gravidez precoce e indesejada.
 
Fonte: Revista da Associação Médica Brasileira.
 
Texto revisado por Paulo Daher.

Fonte: Quero Viver Vem (http://www.qvb.com.br)

Read More

Circuncisão em heterossexuais diminui em 50% o risco de contaminação pelo HIV

Em um artigo divulgado no site da Sociedade Brasileira de Infectologia, o Dr. Dráuzio Varella enumera os benefícios da circuncisão em relação às Doenças Sexualmente Transmissíveis – DST, em especial, no que se refere à infecção pelo Vírus da Imunodeficiência Humana – HIV.
 

A circuncisão é arma de grande valor no combate à Síndrome da Imunodeficiência Adquirida – SIDA. As primeiras evidências surgiram nos anos 80, quando alguns médicos observaram que a prevalência da infecção pelo HIV, na Ásia e África, parecia mais baixa em regiões nas quais os homens eram circuncisados por imposição religiosa.
 
Vários estudos, realizados nos anos seguintes, obtiveram resultados contraditórios. Até que, em 2002, Bertram Auvert, da Universidade de Versalhes, realizou o primeiro trabalho criterioso para comparar a prevalência do HIV entre homens, submetidos ou não à circuncisão. A localidade era Orange Farm, na África do Sul, onde a comunidade apresenta um  grande número de casos de SIDA.
 
Depois de 12 meses de estudo em andamento, o comitê de segurança  decidiu interromper o acompanhamento e oferecer circuncisão para todos os participantes. Os dados eram indiscutíveis: 60% de proteção entre os homens heterossexuais operados. Desde essa data, mais dois ensaios clínicos foram efetuados: um no Quênia e outro em Uganda. Ambos foram interrompidos, por causa dos resultados francamente favoráveis à circuncisão.
 
Hoje, ninguém mais discute: em homens heterossexuais, ela reduz em 50% a 60% os índices de transmissão do HIV. Os epidemiologistas calculam que 3 milhões de vidas poderiam ser salvas, apenas na região abaixo do deserto do Saara, caso esse procedimento cirúrgico fosse colocado à disposição.
 
Além da proteção contra o HIV, homens circuncisados apresentam menos infecções pelos papilomavírus, pelo treponema da sífilis e pelos vírus do herpes genital. Os mecanismos, por meio dos quais a circuncisão protege, são ainda mal conhecidos. Provavelmente, a pele que recobre a glande cria um espaço que funciona como reservatório para o HIV (e outros germes) e assegura contato prolongado do vírus com as mucosas, facilitando seu acesso à corrente sanguínea.
 
Fonte: Sociedade Brasileira de Infectologia.
 
Texto revisado por Paulo Daher.

Fonte: Quero Viver Vem (http://www.qvb.com.br)

Read More

O adolescente deve procurar um urologista assim como as jovens vão ao ginecologista?

A adolescência é o momento da vida em que os jovens despertam para à sexualidade. Por isso, é importante que, como a exemplo das adolescentes que procuram uma orientação ginecológica, o adolescente  procure um médico urologista.
 
A visita do adolescente ao urologista tem caráter eminentemente de orientação  e prevenção. Os aspectos da vida sexual, das doenças infecciosas, multiplicidade de parceiras, uso de preservativos, sempre devem ser sempre abordados. Caso durante a anamnese ou exame físico alguma alteração seja identificada, a mesma deverá ser investigada e, se necessário, tratada.
 
Os pacientes já com uma vida sexual ativa e sem orientação, com antecedentes de exposição sexual desprotegida, devem ser investigados com sorologias para as doenças sexualmente transmissíveis assintomáticas na fase inicial, como as hepatites, AIDS (síndrome de imunodeficiência humana) e sífilis.
 
 
Os exames devem ser solicitados de forma a complementar a investigação de alguma doença, não devendo ser realizados de forma indiscriminada. Essa faixa etária apresenta uma incidência muito pequena de tumores do aparelho urinário (rins, bexiga e próstata) assintomáticos, o chamado "screening"  nesta faixa da população não tem comprovação científica.
 
Da mesma forma que a solicitação de um espermograma (contagem do número e forma dos espermatozóides) de forma indiscriminada e aleatória é condenada. Sabemos que o espermograma apenas indica um status situacional, não sendo uma garantia de fertilidade, muito menos de infertilidade, salvo os casos de azoospermia que consistem uma minoria. Sendo assim, as alterações discretas de espermograma podem não comprometer a fertilidade do indivíduo, mas podem gerar um prejuízo da auto-estima nesses pacientes jovens, de uma forma desnecessária.
 
A partir de que idade deve-se começar essas visitas?
 
As visitas devem começar antes do início da atividade sexual. Como esta tem  seu início cada vez mais precoce, no começo da adolescência deveremos já iniciar nossas orientações aos jovens,  para que não haja prejuízos da saúde por um início de atividade sexual de uma forma errônea ou despreparada.
 
Fonte: Sociedade Brasileira de Urologia (SBU).
 
Texto revisado por Nícia Padilha.
 

Fonte: Quero Viver Vem (http://www.qvb.com.br)

Read More

Qual é a hora certa da primeira relação sexual?

O melhor momento é aquele que você achar o ideal. Isso não tem a ver com a opinião de amigos, familiares ou “pressão psicológica do namorado ou namorada”. É preciso sentir segurança para essa decisão.
 

Caso existam dúvidas, o ideal é aguardar um pouco mais, amadurecer melhor este fato. Contudo, caso você tenha tomado uma decisão definitiva, é fundamental considerar que o sexo, embora seja ótimo, exige responsabilidade e precauções.
 
Precauções antes da  primeira relação sexual
 
1 – Você precisa se informar sobre métodos contraceptivos, visando evitar uma gravidez indesejada. A orientação de um médico é fundamental.
 
2 – É fundamental fazer sexo seguro. Use camisinha!
 
3 – Escolha uma pessoa legal, que seja especial para estar com você neste momento tão importante de sua vida.
 
Texto revisado por Paulo Daher.

Fonte: Quero Viver Vem (http://www.qvb.com.br)

Read More

Pílula do dia seguinte já foi usada por 14,9% das mulheres brasileiras

O Estudo da Vida Sexual do Brasileiro – EVSB, iniciado em 2002,  entrevistou 7.013 pessoas, provenientes de 13 estados brasileiros, maiores de 18 anos, sendo  54,6% destes entrevistados  homens e 45,4%  mulheres.
 

O estudo era composto por um questionário de 87 perguntas de múltipla escolha, e foi coordenado pela médica psiquiatra  Carmita Abdo, do Instituto de Psiquiatria do Hospital de Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo – USP.
 
O EVSB foi concluído em  2003, e demonstrou que 14,9% das mulheres brasileiras já usaram a pílula do dia seguinte, pelo menos uma vez durante a sua vida sexual. Anticoncepção de emergência é a administração de medicamentos hormonais, até 72 horas após uma relação sexual desprotegida ou acidental (exemplo: a ruptura de um preservativo), visando evitar uma gravidez indesejada. A pílula do dia seguinte é o método de anticoncepção de emergência mais conhecido.
 
Dentro de suas características, só deve ser usada em casos de emergência e não como método anticoncepcional de rotina. Nem sempre surte os resultados desejados e pode ter efeitos colaterais intensos. Usada até 24 horas após a  relação, tem um índice de eficiência de 95 %. Entre 24  e 48 horas após, o índice de eficiência cai para 85 %. E entre 48 e 72 horas, o índice de eficiência é de 60%. Isto significa dizer, que ela deve ser usada tão logo seja possível, após uma relação sexual desprotegida. Deve, sempre, ser receitada por um médico ginecologista e não pode ser usada de maneira habitual.
 
Fonte: Estudo da Vida Sexual do Brasileiro – ESBV.
 
 
Texto revisado por Paulo Daher.

Fonte: Quero Viver Vem (http://www.qvb.com.br)

Read More

Sexo na menopausa

O termo menopausa vem do grego mēn (mês) e paûsis (interrupção ou pausa).A menopausa designa o período fisiológico que se caracteriza pelo encerramento dos ciclos menstruais e ovulatórios.
 
O início da menopausa é bastante variável, mas normalmente ocorre entre os 45 e 50 anos. Afirma-se que uma mulher esteja na menopausa quando a mesma apresenta ausência de ciclos menstruais há mais de um ano.
 
Existe também a chamada menopausa cirúrgica, a qual ocorre após a retirada dos ovários ou do útero.A menopausa é um dos eventos do climatério, a fase da vida da mulher em que os ovários entram em seu processo natural de envelhecimento.
 
Sintomas do climatério
 
Além da cessação das menstruações, uma série de sintomas podem ser observados no período do climatério:
 
– Ondas súbitas de calor (fogachos);
– Isônia;
– Percepão dos batimentos cardíacos (palpitações);
– Dificuldade de concentração;
– Ansiedade e irritação;
– Variações do humor;
– Inchaço (edema);
– Aumento do peso;
– Queda de cabelo;
– Aumento da sensibilidade nos seios e outras partes do corpo;
– Formigamento (parestesias) nas extremidades;
– Diminuição do desejo sexual;
– Ressecamento vaginal;
– Outros.
 
Sexo no climatério
 
A interferência dos sintomas do climatério na atividade sexual varia bastante de mulher para mulher.A seguir, enumeramos as possíveis interferências que os sintomas do climatério poderão acarretar na vida sexual das mulheres:

– Diminuição do desejo sexual: é fruto das alterações hormonais, emocionais e físicas.
– Ressecamento vaginal e dor na penetração: estes achados podem diminuir o interesse sexual, bem como, comprometer a percepção das sensações durante o ato sexual e a obtenção do orgasmo.
– Desconforto com as carícias do parceiro (a): no climatério, o seio e outras partes do corpo da mulher tornam-se mais sensíveis.Desta forma, as carícias (preliminares) podem causar algum desconforto, afetando a relação do casal.
 
Estes sintomas podem ser tratados.O médico ginecologista é o profissional mais qualificado para ajudar as mulheres que apresentam sintomas do climatério, com ou sem prejuízos na esfera sexual."É fundamental que nesta fase da vida a mulher procure a orientação de um especialista", alerta o ginecologista Ismael Lago. 
 
Texto revisado por Clarice Aristides.

Fonte: Quero Viver Vem (http://www.qvb.com.br)

Read More

Sexo é uma coisa, amor é outra

Sexo é uma coisa, amor é outra.No entanto, quando estão juntos, formam uma combinação maravilhosa. Mas definitivamente são coisas diferentes.
 
Vamos imaginar que você é uma mulher que detesta fazer sexo anal. Mas seu parceiro gosta, adoraria fazer com você. Um dia, ele conta para você que a sua ex-namorada aceitava, e ainda, gostava de fazer sexo anal com ele.
 
Se raciocinarmos que sexo e amor são a mesma coisa, poderíamos dizer  que a sua ex-namorada o amava mais do que você ama, no entanto, é óbvio que não podemos afirmar isso, pois este é apenas um detalhe  numa relação amorosa. Muitos outros aspectos são importantes para a felicidade do casal.
 
Imaginamos agora outra situação.Você é um homem que sempre teve ereção. Mas em um determinado dia não consegue ter ou manter uma ereção satisfatória. Você está cheio de problemas em seu trabalho e vai para a cama com a sua companheira de sempre. Ela sente aquela vontade…O homem, um ser machista que não sabe dizer não quando assunto é sexo, aceita o jogo de sedução, no entanto, sem mais nem menos, não consegue ter uma relação satisfatória.
 
Este fato se repete outras vezes dentro de um período de tempo.Os problemas são muitos.Você definitivamente anda estressado.Mais uma vez, se seguíssemos o raciocínio de que sexo e amor são a mesma coisa, a explicação para a broxada seria, então, que você não  ama mais a sua companheira.É lógico que não é essa a explicação.
 
Amar siginfica aceitar a pessoa amada como ela é.Nos momentos bons ou ruins, bem como, aceitar as suas limitações.É claro que o amor é capaz de transformar as pessoas, inclusive quando o assunto é sexo.
 
Texto revisado por Clarice Aristides.

 

Fonte: Quero Viver Vem (http://www.qvb.com.br)

Read More

Desejo fazer uma vasectomia. Existem normas legais para este procedimento?

A vasectomia é um método contraceptivo cirúrgico, que consiste na ligadura dos vasos deferentes, evitando a passagem dos espermatozóides. Este procedimento cirúrgico pode ser realizado apenas com anestesia local e, geralmente, não exige internação hospitalar. O  índice de falha está em torno de 0,15%.
 

Não existe alteração da função sexual após a vasectomia. A libido (desejo sexual), e as ereções, são totalmente normais. Depois do procedimento  deverá ser realizada a análise do sêmen, para confirmar a ausência de espermatozóides móveis, o que ocorre, em geral, em torno de 12 semanas após o procedimento ou após a ocorrência de 20 ejaculações. A vasectomia poderá ser reversível.
 
Normas legais para a realização de uma vasectomia
 
A lei nº. 9.263/96, em seu artigo 10, que regula o parágrafo sétimo da Constituição Federal, que trata do planejamento familiar, estabelece que a esterilização voluntária só seja permitida nas seguintes condições: em homens com capacidade civil plena, maiores de 25 anos de idade, com, pelo menos, dois filhos vivos, desde que observado o prazo mínimo de 60 dias entre a manifestação da vontade e o ato cirúrgico.
 
Texto revisado por Paulo Daher.

Fonte: Quero Viver Vem (http://www.qvb.com.br)

Read More