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Radioterapia

O que é radioterapia?

A radioterapia se baseia no emprego da radiação para tratamento, utilizando vários tipos de energia que podem atingir o local dos tumores ou áreas do corpo onde se alojam as enfermidades, com a finalidade de destruir suas células. A radioterapia pode ser usada para dar alívio ao paciente e melhorar a qualidade de vida, diminuir o tamanho dos tumores, diminuir ou estancar hemorragias, ou atuar sobre outros sintomas, como dor. As células do câncer crescem e se multiplicam muito mais rapidamente do que as células normais que as rodeiam. O tratamento se baseia justamente na fase de multiplicação celular.

2. Como é feito o tratamento?

O médico radioterapeuta – especialista em radioterapia – avalia o paciente, e confirma a indicação e a dose a ser utilizada. A aplicação do tratamento pode ser externa ou interna. A aplicação de radiação por via interna também é chamada de braquiterapia. A forma mais usada de tratamento é a radioterapia externa.

PlanejamentoAtravés de exames de imagem, a equipe de radioterapia limita cuidadosamente a área que deve receber oa radiação. Calcula-se a dose diária a ser recebida e o período de administração.

SimulaçãoAs condições efetivas do tratamento são avaliadas, através de raios X, para visualizar a área a ser irradiada. Define-se a posição que o paciente irá adotar durante todas as aplicações. O posicionamento deverá ser repetido exatamente, durante todo o tratamento posterior. As áreas por onde a radiação penetra no organismo – chamadas de campos de radiação – podem ser marcadas no corpo do paciente, para orientar futuras aplicações.

TratamentoA radioterapia externa é geralmente realizada em uma sessão por dia, durante os cinco dias da semana. Durante as sessões do tratamento, o paciente é posicionado reproduzindo as condições da simulação, feita anteriormente. As aplicações podem ser realizadas com o aparelho em diversas posições, orientadas pelas marcas dos campos de radiação.Cada sessão demora de 5 a 20 minutos. O operador do aparelho de radioterapia controla a aplicação do lado de fora da sala, através de circuito fechado de TV. Durante as aplicações, o paciente pode se comunicar com o operador através de um microfone ambiente.

3. A adioterapia externa

A escolha da radioterapia depende do tipo de câncer e da profundidade em que se encontra o tumor. A área de tratamento é marcada antes do início da radioterapia, o que é chamado de planejamento. A aplicação é feita com o paciente sempre na mesma posição em que foi feito o planejamento. Cada aplicação dura alguns minutos. Um técnico, através de um circuito de televisão sempre observa o paciente, e pode ouvi-lo através de um alto-falante. O paciente durante o tratamento não sente dor, pois a radiação não é sentida nem ouvida.

4. Tempo de duração do tratamento

O tratamento é planejado, entre outros aspectos, de acordo com o tipo de tumor e o estágio da doença.  As aplicações geralmente são diárias, obedecendo aos intervalos programados pelo médico. Durante o período de tratamento é feito um acompanhamento das reações do organismo ao tratamento. A maneira de o organismo reagir é um dos fatores importantes na determinação da duração do tratamento.  A radioterapia é feita sempre de acordo com uma programação, que deve ser discutida com o médico, quando o tratamento será iniciado. A duração desse tratamento pode depender, entre outras coisas, da resposta do tumor às aplicações.

5. iscos da adioterapia

Como qualquer tratamento, o uso da radioterapia pode apresentar riscos. As altas doses de radiação, que destroem o tumor, podem atingir também os tecidos normais, causando os efeitos colaterais.  Estes efeitos não são obrigatoriamente apresentados por todas as pessoas que fazem radioterapia, uma vez que dependem da forma que o organismo responde ao tratamento. Assim, alguns pacientes podem apresentar efeitos colaterais mais severos enquanto outros podem mesmo não apresentar sintoma algum. De uma forma ou de outra, o médico deve ser informado sobre os sintomas apresentados e seu tempo de duração.  De uma forma geral, os sintomas relacionados decorrem do dano celular dos tecidos ao redor do tumor, e dependem basicamente da localização da lesão. Atualmente, com a utilização de métodos modernos de planejamento e tratamento, a área irradiada tem se restringido cada vez mais apenas à lesão neoplásica, diminuindo estes efeitos. Entre os efeitos colaterais mais comuns, destacamos:

Feridas na boca

A irradiação de tumores de cabeça e pescoço pode provocar aparecimento de aftas, irritação nas gengivas, na garganta e até feridas na boca. Isso pode causar muita dor e ainda dificultar a alimentação. Algumas medidas podem ser seguidas, nestes casos:

  • manter a boca sempre limpa, escovando os dentes com maior freqüência
  • evitar ingerir alimentos duros, quentes, ácidos e condimentados
  • procurar usar cremes dentais mais suaves, fazendo bochechos quando necessário com produtos indicados pelo médico
  • ingerir maior quantidade de líquidos (água, chás e sucos)

Queimaduras na pele

Podem ocorrer queimaduras na pele que recobre a área irradiada. Para diminuir os efeitos locais, é ideal manter a pele bem hidratada, e não utilizar substâncias que podem irritar ainda mais o local.

Diarréia

A irradiação de tumores localizados no abdome e na pelve pode causar diarréia em maior ou menor intensidade, dependendo da reação do organismo. Se ela persistir por mais de 24 horas, o paciente deverá obter orientação médica. Nos casos menos intensos, algumas medidas podem ajudar:

  • procurar manter uma alimentação mais líquida (chás, água e sucos)
  • evitar tomar leite e derivados
  • procurar fazer pequenas refeições, evitando alimentos gordurosos e frituras

Dor para urinar

A irradiação de tumores localizados na pelve pode causar irritação na bexiga, causando desconforto ou dor para urinar, e às vezes até sangramento. O paciente deve procurar orientação médica para controlar os sintomas e diminuir o risco de complicações.

Boca seca (xerostomia)

A irradiação em tumores de cabeça e pescoço pode causar irritação nas glândulas salivares, causando diminuição da salivação. Atualmente existem medicamentos que aplicados concomitantemente à radioterapia podem diminuir este efeito. Para controle dos sintomas, o paciente deve aumentar a ingesta de líquidos, e ocasionalmente recorrer a produtos artificiais que imitam a saliva (saliva artificial).  Existem ainda os riscos de toxicidade tardia, geralmente decorrentes de alterações inflamatórias nos locais que receberam irradiação. O médico especialista em radioterapia deve esclarecer ao paciente os riscos e os sintomas possíveis, que dependem da dose utilizada e da área utilizada, bem como da aparelhagem e tipo de energia utilizada.

6. Orientações práticas

Contato pessoal

Não há necessidade de mudanças nos hábitos diários ou nos contatos pessoais. Os pacientes em tratamento radioterápico não se tornam radioativos.

Alimentação

Não há necessidade de grandes modificações na alimentação. No entanto, o paciente deve incluir nas refeições diárias frutas, verduras, cereais, carnes, para que possa obter todos os nutrientes de que o organismo precisa. É importante que o paciente esteja sempre bem alimentado, para ter melhores condições de reagir aos efeitos colaterais.

Cuidados com a pele

A pele que recebe a radioterapia deve ser bem cuidada, pois fica mais sensível. Alguns detalhes são especialmente importantes:

  • Lavar a pele diariamente, com sabão neutro e água morna ou fria (nunca quente);

  • Usar roupas leves, de tecidos naturais (como algodão), folgadas;

  • Proteger a pele da exposição solar, de preferência cobrindo-a com roupas leves;

  • Evitar atritos na região – como coçar, esfregar ou utilizar jóias ou roupas justas;

  • Não aplicar compressas no local (quentes ou frias);

  • Utilizar cremes, hidratantes, desodorantes somente sob orientação médica.

    Atividades físicas

    Durante o período de tratamento não há contra-indicação à prática de exercícios físicos ou modalidades esportivas. Porém, é bastante comum que ocorra fadiga durante o tratamento. Por esta razão, o paciente deve estar atento para não forçar suas condições físicas, e para estabelecer horários de descanso durante o dia.

    Trabalho

    A maioria dos pacientes pode e deve continuar trabalhando durante o tratamento. Não há indicação para que as atividades habituais sejam paralisadas, a menos que sejam bastante pesadas e exijam muita condição física. Na maioria das vezes o paciente precisa apenas ajustar o período e o horário das sessões, para que possa entrar em acordo e ser dispensado do trabalho se necessário.

    elações sexuais

    O tratamento contra o câncer, para muitos pacientes, provoca tensões físicas e emocionais que podem estar ligadas não só aos efeitos colaterais, como também às mudanças no ritmo de vida, alimentação e trabalho, além de ansiedades em relação à saúde, à família. Todos esses aspectos juntos podem contribuir para que haja uma diminuição no interesse sexual. Ocasionalmente, os efeitos locais da radioterapia na pelve do paciente, podem causar desconforto local, queimaduras e até mesmo sangramento local. Isto pode atrapalhar muito uma relação sexual. No entanto, é importante que o paciente saiba que a radioterapia por si só não o impede de manter relações sexuais normalmente.

    Gravidez

    Durante o período de radioterapia a gravidez deve ser evitada, já que a radiação utilizada causa riscos na formação do bebê. É importante pedir orientação ao médico sobre o melhor método de anticoncepção a ser usado durante o tratamento.

    Uso de outros medicamentos

    Alguns medicamentos, mesmo os homeopáticos e “naturais”, podem interferir no tratamento radioterápico. Por isso, o médico deve ser sempre consultado antes de o paciente fazer uso de qualquer medicamento.

    7. Sintomas que merecem cuidados imediatos

    Caso o paciente apresente algum sintoma novo que o incomode, ou ainda um dos sintomas relacionados abaixo, deve procurar orientação médica, o mais rápido possível.

    • febre (temperatura igual ou maior que 38 graus)
    • falta de ar ou dificuldade respiratória
    • dificuldade de controlar a urina
    • dificuldade na visão (dupla ou borrada)
    • dor de localização ou intensidade anormal
    • sangramento de qualquer região, que persista por tempo mais prolongado
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